Primeiras Impressões: Elementary

Elementar, minha cara Watson.

Spoilers Abaixo:

É difícil ser fã de Sherlock da BBC, ter lido todos os livros de Sir Arthur Conan Doyle e não encarar Elementary com olho torto. Por que outra versão contemporânea? Por que transformar Watson em mulher? Por que levar Sherlock Holmes para Nova Iorque? Tudo soava como uma afronta, uma ofensa a um personagem atemporal, que merece cuidado e respeito. Porém, meses atrás, resolvi me livrar de todo o preconceito e encarar Elementary como uma possibilidade de ter mais uma boa série para acompanhar.

Elementary mostra Sherlock Holmes (Jonny Lee Miller), um brilhante consultor investigativo, que recentemente se encontra em Nova Iorque para se tratar em uma clínica de reabilitação para viciados em drogas. O pai de Holmes decidiu contratar a ex-cirurgiã Joan Watson (Lucy Liu) para servir de companheira e permanecer ao lado de Holmes durante seus primeiros dias fora da clínica de reabilitação. Imediatamente ele retoma seus deveres como consultor investigativo e o relacionamento de Holmes e Watson cria fortes laços quase que instantaneamente.

A premissa acima pode até parecer coerente e tirando o fato de Watson ser mulher, realmente existem algumas pitadas que lembram o Sherlock Holmes dos livros – ele sempre teve problemas com drogas, seja ópio ou cocaína e seu laço de amizade com Watson foi formado rapidamente. Porém, o episódio piloto de Elmentary falha em pontos importantes para qualquer adaptação que realmente queira fazer jus a obra de Conan Doyle. As deduções são bobas (aquela dos retratos que foram trocados de oval para retangular e a das taças de vidro no chão da cozinha foram vergonhosas), o caso principal termina com uma reviravolta absurda e sem sentido (quer dizer que o assassino molha sem querer seu celular e resolve usar arroz para secar o celular, sendo que ele era alérgico a arroz ao invés de usar um secador de cabelos ou algo raro do asseio humano como uma toalha, por exemplo?) e nada da criatividade que é amplamente mostrada na versão mais recente dos cinemas ou até mesmo na versão britânica da BBC, é explorada de forma competente em Elementary.

Jonny Lee Miller é ótimo e até consegue fazer um Sherlock Holmes seu, com características próprias e promissoras. Lucy Liu também não compromete a série e no final das contas acaba não fazendo muita diferença o fato de Watson ser mulher. A dupla protagonista tem uma boa química e até surpreende o fato de não rolar aquela tensão sexual explorada em praticamente todas as séries formadas por casais de sexos opostos. Tinha tudo para ser um clichê óbvio, e não duvido que futuramente a relação de Sherlock e Watson siga uma trilha amorosa, mas a principio foi interessante presenciar que esse não foi o caminho escolhido para a estreia da série.

Embora os atores tenham uma boa química, é importante notar como o relacionamento dos personagens foi forçado a uma intimidade veloz e inverossímil.  Em pouco tempo, a dupla mesmo mal se conhecendo, consegue dominar a rotina “bad cop, good cop” durante a entrevista com uma testemunha sem terem combinado previamente nada, apenas sob a influência e manipulação de Sherlock.

Aliás, o poder da influência de Holmes é quase que o tema central do episódio. A série se esforça ao máximo para mostrar que essa influência é poderosa e imediata, tão imediata que Joan em pouco tempo já começa a exibir seus próprios dons de dedução e confrontar Holmes sobre seu amor perdido em Londres e sobre sua dificuldade de se comprometer com pessoas sem ele nunca ter mencionado nada sobre esses assuntos. Joan pode ter sido contratada para ajudar na recuperação de Holmes, mas ela acabou descobrindo que esse relacionamento pode ser beneficial à ela também, afinal, fica claro que ela se sentiu viva pela primeira vez em muito tempo enquanto auxiliava na investigação.

Foi uma pena Elementary não ter feito menções a figuras importantes dos livros, como Mycroft e Moriarty. Era só trocar as menções ao pai de Sherlock pelo irmão e pronto, os fãs já iriam pensar em Mycroft. Até mesmo o vilão poderia ter sido alguém genial, que se tornaria um vilão recorrente, digno de um Moriarty.

No final das contas, o primeiro episódio de Elementary não impressiona e não faz jus ao trabalho literário de Sir Arthur Conan Doyle. Trata-se apenas de mais uma série de investigação comum, com um personagem brilhante e excêntrico visto em outras dezenas de séries.

Elementary não é mais um Sherlock Holmes é apenas mais um The Mentalist.

Pensamentos finais:

- Ele não adivinha ou palpita, ele observa e deduz. Touché.

- Quando a polícia supostamente encontra o assassino antes de Sherlock, e ele obviamente transmite uma certa decepção, Joan pergunta se ele está decepcionado por não ter sido ele quem encontrou o assassino primeiro e ele reponde dizendo que não faz esse tipo de trabalho por crédito. Quando questionado por sua motivação, eu poderia apostar minha coleção completa de Sherlock Holmes que ele iria encarnar House e responder que faz aquilo pelo quebra-cabeça.

- Pode ser paranoia da minha cabeça, mas não pareceu uma cutucada ao Moffat o fato de Watson ser uma “Companion”? Meio que um “fuck you” disfarçado.

- Para aquilo que não tem como deduzir, joga no Google.

PS – Elementary estreia oficialmente no dia 27 de setembro nos EUA, mas a CBS já disponibilizou o episódio piloto no iTunes.

  • Arraz Lucas

    Passarei longe dessa série. 
    Que Flope até a Liu abrir os olhos 

    Ps: Michel adoro as suas reviews. Espero que faça mais o/l 

  • Fabi

    Passarei longe dessa série tb.
    Lucy Liu não me agrada (não sei pq) e não gosto quando americanizam as coisas inglesas. Sempre acabam estragando. :(

  • http://twitter.com/ZuiL AnDré ZuiL™

    Se eu já estava em dúvida e pouco querendo ver a série… depois dessa sua review Michel, a vontade quase acabou!  Quem sabe, depois q sair o release bonitinho com legenda, eu assista!

  • Lu

    Pessoalmente, não curti a ideia da série e acho essa versão dispensável. Mas, pretendo dar uma olhadinha, tentando manter a mente aberta. Nem que seja pra dizer “É uma grande porcaria”. Já que minha expectativa é baixa, talvez dê até para divertir.

  • Gabrielfleng

    Não vi o episódio, então, não sei se é o caso, mas usa-se arroz para “sugar” a água de dentro de aparelhos eletrônicos. É um desumidificador natural. Alguns usam sílica, outros arroz. Uma toalha só enxuga, não é a mesma coisa.

  • http://seriemaniacos.tv/ Michel Arouca

    Arroz funciona sim, o lance é que o cara que usou o arroz era alérgico a arroz. É como se essa fosse a única maneira de secar um celular. Eu mesmo já abri todo o celular para secar com toalha depois de derrubar na pia sem querer. Funciona que é uma beleza.

  • http://seriemaniacos.tv/ Michel Arouca

    Valeu.

  • Camarada Moderado

    Até que enfim alguém que leio os livros e entende, que é em essência,o Holmes dos longa metragens recentes são talvez umas das versões mais próximas do personagem, sem aquele chapéu rídiculo que nunca usou ou mesmo sem o cachimbo falso.

    Também li todos os livros durante minha juventude e sempre me decepcionei com as versões para TV até a versão de guy ritchie. Vou gostar do Sherlock da BBC?

  • http://seriemaniacos.tv/ Michel Arouca

    Com certeza. Os episódios são boas adaptações de diferentes contos, que mesmo com as liberdades criativas para trazer Sherlock aos dias de hoje, te faz lembrar dos livros. O ator protagonista é genial.

  • Leolitto

    e obvio que resolveram ”Transformar” o Watson em mulher, para criarem aquela ideia cliché de formar um casalzinho entre 
    Lucy Liu & Jonny Lee! #Ridiculo

  • Carlos

    Alguém tinha dúvida que seria só mais um procedural drama da CBS? Envolvendo essa emissora, não tem como esperar outra coisa.

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001481720713 Jéssica Reis

    Ah, até vou assistir, mas não vai ser aqueeeeeeela coisa né : 

  • Thiago

    Espero fique boa daqui pra frente pra calar a boca do fandom insuportável de Sherlock.

  • Cah

    Até agora não teve nenhuma produção que fizesse Sherlock Holmes com a verossimilhança  do Livro escrito por Sir. Arthur. Tô apostando bastante no roteiro de “Elementary”.o/

  • Walber

    Eu ao contrario, vou dá uma chance de pelo menos o piloto a série por ter a Lucy Liu.
    Quanto a série, tmb não esperava mt coisa, já que é da CBS. E no decorrer da leitura a review só fiquei fazendo referencia a The Mentalist.

  • Italo

    Sinceramente… não espero nada de bom nessa série! Sherlock dos dias atuais, só o da BBC =)
    Mas vou dar um crédito e assistir uns 2 ou 3 episódios

  • Fernando dos Santos

    Pretendo conferir.Essa dupla de protagonistas tem carisma e Johnny Lee Miller é um bom ator.
    Não espero que seja uma grande serie.Se funcionar como um entretenimento simples já está de bom tamanho, mas prefiro que a produção também lembre de usar elementos clássicos das historias de Holmes como o Microft e o Moriarty.
    Porém, parece que existem limitações de direitos autorais sobre algumas historias de Holmes sobre as quais essa produção da CBS não vai poder usar.

  • Camarada Moderado

    Você viu os filmes recentes? Li todos os livros e considero a melhor versão até então.

  • Bernardo

    Esperando tb para se me agrada. pq se depender da review, nao vou ver nem aqui e nem na China….rs

  • Cah

    Vi sim meu “Camarada” . haha… desculpe o trocadilho. Mas acredito que nos filmes aparece um Sherlock muito humorístico e todo sensual. O filme rende boas risadas e não é ruim. Mas peca em relação a essência do livro que não apresenta um Sherlock assim. =) Sempre quando lia os livros imaginava como essas estórias seriam bacanas nas telas.E acho que a receita para se fazer um bom Sherlock Holmes está em não deixá-lo contemporâneo. Aquele clima da época narrada no livro é fantástico!

  • Camarada Moderado

    Mas o clima da época é devido sobretudo a mídia. Acho uma versão completamente fiel em essência ao personagem. Todos os elementos de Sherlock Holmes e John Watson estão inseridos nos personagens. Não acredito que seja uma abordagem contemporânea, o chiste é algo próprio do personagem.

  • Camarada Moderado

    Sem falar da misognia, a habilidade com boxe, bastões e baritsu. Vícios, seu jeito recluso.

    O que acredito que aconteça que a mídia do cinema pede um ritmo diferente ao dos livros. 

  • Igoasantos

    Vc viu a série “Sherlock”, da BBC? Faz o Robert Downey Jr chorar de vergonha de ter representado Holmes! Tirando o momento em que se passam e as óbvias adaptações como celulares, internet e táxis…, a série da BBC é muito fiel aos livros! 

  • Rubens

    Cruzes, “Camarada”, voce acha os recentes filmes de cinema boas adaptacoes?  Com aquela “deducoes” completamente absurdas e sem o menor pé-nem-cabeça, como nas cenas de lutas, onde o Robert Downey Jr tem verdadeiras premonicoes mediunicas sobre o que vai acontecer ? (aquilo é ver o futuro, nao deduzir porcaria alguma).

    Aliás, aquelas cenas de luta sao pura palhaçada, sao aquelas lutas absurdamente ridiculas e fisicamente impossiveis, tipicas do recente cinema americano de acao. Chega a provocar ansias de vomito ver um personagem complexo como Sherlock Holmes lutando DAQUELE jeito…  (lutar boxe é uma coisa, aquilo dos filmes americanos nao passa de palhaçada ridicula).

    Enfim, os filmes recentes do cinema sao ruins demais, considerando que deveriam estar no universo de Sherlock Holmes…  É Shelock Holmes misturado com Charlie Chan.

  • Kaique

    Cruzes, quanto preconceito nessa sessão de comentários. As pessoas têm de começar a entender que cada ator tem um jeito de interpretar personagens, e esse personagem sendo tão complexo quanto Sherlock Holmes, é óbvio que nem todos vão agradar todo mundo; mas cristo, quanta bobagem aqui. A série mal começou, isso é um piloto. Pra mim isso tudo é fanatismo. 
    Temos mais de 200 adaptações diferentes. Cada adaptação tem seus altos e baixos, mas não acho nenhuma ruim. Elementary sem dúvida tem um piloto bom e muito a provar ainda, mas só consegue ver isso quem quer.

  • http://www.facebook.com/brusande Bruno Deolindo

    Gostei do episódio, não acho que foi brilhante mas teve tudo aquilo que agrada a maioria, personagem excêntrico, resolução de crime passo a passo e um vilão mega evil convencido que acha que nunca seria pego.

    Tipo não sei pra que todo esse preconceito com a serie, temos que imaginar que é uma adaptação, não o livro animado com pessoas andantes. Então há uma certa liberdade criativa e não se deve comparar com outras obras ate mesmo a mais recente que é a Sherlock da BBC, pois o publico Americano e Britânico é muito diferente um do outro e como adaptação isso tem que se levar em consideração.

    PS: a resolução do crime faz sentido sim, primeiro o cara é homem mora sozinho porque razões ele teria que ter um secador de cabelo em casa? E segundo a melhor forma de secar aparelhos eletrônicos realmente é com arroz, pois um secador de cabelo pode queimar as peças eletrônicas por causa do calor.

  • Milla

    Olha, sinceramente, não consegui terminar de assistir o episódio ainda, mas (pode ser até conspiração minha) muita conhecidência a mulher se chamar Amy, ser ruiva e o Holmes ficar chamando a Joan de “companion”. Não sei, pode até ser só coisa da minha cabeça e nada ter sido intencional, mas mesmo assim… Achei estranho.

  • Aninha Barros

    Gente, que coisa ruim ficou isso.Ok, seria apenas mais uma série de alguma dupla ajudando a resolver crimes e podia ser legal. Mas usar os nomes do Holmes e Watson pra fazer algo meia boca chega a ser desrespeito, haha.
    Me arrependi de ter visto e não vou continuar assistindo.

  • Atwood

    a parte do arroz gente é só ele abrir a embalagem do arroz, colocar o celular dentro, fechar e pronto sem tocar no arroz, dps para tirar jogar ele em algum lugar onde o arroz possa cair como uma pia e o celular não, e alergia a comer algum alimento não tem mtu haver com pele e tals, sou alérgico a frutos do mar, mais nunca aconteceu nada com minha pele por tocar nenhum deles ‘-’

  • sorayaestrela

    Cada um tem o seu gosto e não é porque uma pessoa não gostou que todos estão fadados a mesma impressão.
    Eu já fui de mente aberta sabendo que não seria igual ao Sherlock da BBC e gostei do que vi. Me lembrou um pouco mais de House (que é baseado no Sherlock) do que a própria série da BBC.

    Mas preciso discordar de algo que foi dito:
    “Quer dizer que o assassino molha sem querer seu celular e resolve usar arroz para secar o celular, sendo que ele era alérgico a arroz ao invés de usar um secador de cabelos ou algo raro do asseio humano como uma toalha, por exemplo?”

    Realmente qdo um eletrônico, tipo celular, molha o recomentado é colocar num pote de arroz, isso já aconteceu com uma amiga. E não é recomendado usar secador, pois o calor pode danificar as peças. Então na minha opinião a solução do caso foi sim inteligente, só gostaria que informação que ele era alérgico tivesse sido disponibilizada (se foi eu não percebi), pois assim todos poderiam chegar na mesmo conclusão.

    Eu gostei e vou continuar.

  • Nina Pott

    No relatório médico dele tinha o registro de problemas de saúde, incluindo a alergia ao arroz :)

    E olha, achei meio fraca, como muitas séries por aí. Legalzinha, mas só. O que achei ruim foi que né, usar “Elementary” e nomes de personagens conhecidos fazem a gente ter mais expectativa. Sim, eu esperava que o Sherlock fosse melhor. Mas é como falaram na review, é só mais um The Mentalist (sem o Patrick Jane, o que significa nada…)

  • Alex_01

    House + Patrick Jenner + Monk = Sherlock Holmes de Elementary. 

    Apesar disso tudo, eu vou ver o 2º episódio

  • Castiel

    Vi o capítulo só hoje(tava meio sem vontade de ver mesmo), e tbm não acho que foi essas coisas.

    Gostei até do Sherlock do Johnny Lee Miller, que está atuando muito bem. Mas esse Watson, na boa, não dá. Eu até tentei, mas a Lucy Liu não conseguiu me convencer como uma Watson, e nem sequer aparentou ter uma grande química com o Johnny, fazendo com que a relação relâmpago que eles têm no piloto fique ainda mais forçada do que aparenta.

    Nem na série da BBC, com piloto de 1 hora e meia, essa relação foi do completo desconhecido ao parceiro íntimo tão rapidamente. Aliás, me ”emputeci” ao notar que o começo da série, do encontro dos dois até a cena do crime e investigação da primeira vítima é MUITO, com ênfase na maiúscula mesmo, parecido com a série da BBC. Só faltou a ruiva estar de rosa, pra completar.

    E na boa, achei essa coisa do marido ter que convencer a esposa à fazer plástica e ficar ruiva, só para estimular um paciente algo tão, mas tão forçado, que prefiro nem comentar. Se era para o paciente serialkiller-encubado levar a culpa, que o psicólogo o manipulasse o paciente à aceitar um padrão de vítima diferente, que batesse com o da sua esposa. Seria algo muito mais plausível do quê ter esse trabalho todo.

    Enfim, Elementary não fede e não cheira. Longe do brilhantismo do primo filme com JDM, ou do piloto da BBC, a série fica naquela sina de não saber pra onde ir. 

  • JacyCoelho

    Maravilhosa essa review, a melhor até agora. Como alguém já comentou, acho que era só trocar os nomes, dizer que os personagens eram baseados na obra de Conan Doyle e seria ótimo. Mas encarar sherlock fazendo essas deduções bobas não dá. Pensei a mesma coisa quanto a Mycroft, poderiam trocar “meu pai” por “meu irmão” e pronto, gente já faria a associação.

    Os atores são ótimos, a gente assiste tanta série com atores meia boca, que eu dou um ponto pra Elementary, e como a gente já viu no piloto, não vão ser fieis às histórias dos livros. Diferente da série da BBC, as referências estão lá pra todo mundo ver, desde o título. Agora é só se conformar com isso.

    E eu achei esse Elementary mais pra Grimm, btw!

  • Denise

    Só ontem eu assisti o piloto do episódio, que logo na primeira investigação me lembrou Monk.
    Muito Monk demais, rsss e honestamente, eu paro por aqui.

  • https://twitter.com/littlew_ Welson

    Gostei do episódio, achei que foi bom. Mesmo com os absurdos, e realmente lembrei do Sheldon com alguns detalhes. Acho importante não exagerar na caracterização do personagem (escrever um livro na cabeça, por exemplo). Mas gostei da história, da apresentação do contexto da série, das atuações. Acho que tem futuro se souberem conduzir.

    PS: Não comento sobre a outra versão porque por enquanto não assisto, mas pretendo começar.

  • Erica

    Os primeiros episódios são mais tranquilos uma vez que apresentam os personagens e tudo mais, mas com o passar dos episódios a série fica mais interessante. eu recomendo