Um episódio que comprova a grandiosidade de Game of Thrones e nos presenteia com mais um momento épico.
GOT já deixou o público desnorteado inúmeras vezes, it is known é verdade. Ficamos entorpecidos enquanto assistíamos o triste fim de personagens como Ned, Robb, Catelyn, Oberyn e mesmo Tywin e Joffrey. Mas ainda assim, nesse episódio foi diferente. Acredito que essa seja a primeira vez em muito tempo que a série nos deixa atordoados não por tristeza, indignação ou revolta, mas por uma enorme satisfação. Hoje os fãs de GOT foram felizes. Quando Jon Snow abriu os olhos, fomos nós que vimos um dos raríssimos momentos em que algo realmente grande e positivo acontece com um dos personagens que torcemos (ao menos a grande maioria do público).
Obrigada Game of Thrones por um episódio maravilhoso como esse! Excelente como um todo, em todos seus núcleos e tramas, mesmo antes de Jon reviver. O sentimento final é que qualquer falha (sim, elas existiram) tornou-se pequena e quase imperceptível diante da avalanche de emoções que nos atingiu.
ALÉM-DA-MURALHA
Já faz dois anos que vimos Bran Stark pela última vez com alguns centímetros de cabelo a mais e outros tantos de altura a menos… Foi no season finale da 4ª temporada quando ele, Jojen, Meera, Hodor e Verão concluíram sua jornada ao alcançarem a Árvore Coração dos sonhos verdes de Bran. Ali nos despedimos definitivamente de Jojen, morto por wights estranhos e habilidosos, fomos introduzidos a uma Criança da Floresta e ao tão esperado Corvo de Três Olhos. Despedimo-nos com o impacto de uma promessa ao jovem StarK: Você nunca andará novamente, mas você voará.
Não quero me estender muito, mas acho importante usarmos nossas visões verdes relembrarmos algumas das coisas que aconteceram com Bran naquela já distante 4ª temporada. Foi uma temporada em que Bran avançou e muito em suas habilidades warg, entrando não apenas no corpo de seu lobo, mas também dominando Hodor e utilizando a força do ‘gigante’ para livrá-los de situações perigosas. Aprisionados por Krast e Carl na Fortaleza de Craster, Bran e seus amigos viram a chegada de homens da Patrulha e livraram-se do patrulheiro Locke que, a mando de Roose Bolton, pretendia capturá-los. Mas antes que pudéssemos ver o reencontro dos irmãos, Jojen alerta Bran que Jon o impediria de ir ao encontro do Corvo de Três Olhos. E ali Bran demonstrou que já criava consciência da importância da missão que o aguardava. Ele sabia que precisava encontrar o Corvo de Três Olhos, ainda que essa expectativa estivesse bastante atrelada à esperança de poder andar novamente. Ao final da temporada eles finalmente alcançam a Árvore Coração que se revelou um local impenetrável aos wights e o esconderijo do Corvo de Três-Olhos, um ancião cujo corpo é fundido às raízes do represeiro.
O Corvo de Três olhos é mais um de tantos personagens que sofreram recast em GOT. O ator Struan Rodger foi substituído pelo veterano Max Von Sydow nessa nova temporada. Nesse caso o que mais me incomodou não foi a questão de vermos um ator diferente interpretando o personagem, mas o fato da produção ter ignorado toda a caracterização tão bem-feita que vimos na 4ª temporada. A Filha da Floresta também sofreu grandes modificações em sua composição, vejam abaixo as imagens do Corvo e da Criança na 4ª temporada:

Para aqueles que não estão tão familiarizados com a mitologia do universo de GRRM, O Corvo-de-Três-Olhos é conhecido pelos Filhos da Floresta como o Último Vidente Verde.
| Videntes Verdes. São aqueles com habilidades mágicas como o poder sobre a natureza e visões de acontecimentos do passado, futuro ou mesmo do presente em locais distantes. Além de terem as chamadas visões verdes, também são wargs. Dizem que para cada mil homens apenas um é um warg e a cada mil wargs apenas um será um vidente verde. |
Esse início de temporada foi extremamente promissor para Bran. A perspectiva do Stark ser treinado pelo Corvo abre um leque de boas possibilidades para o futuro do personagem e já tivemos um grande exemplo disso nesse episódio. Bran estava novamente em sua casa, em uma velha Winterfell com pequenos Starks a brincar. Uma referência a uma das primeiríssimas cenas que acompanhamos no piloto de GOT. Mas não estávamos de volta à nostálgica 1ª temporada e sim diante de um jovem Ned Stark com os irmãos Benjen e Lyanna pela perspectiva verde de Bran. A história do universo criado por GRRM é extremamente rica e ver o passado disso tudo começar a ser explorado na série, me anima bastante. A primeira aparição da jovem Lyanna Stark, cujo sequestro por Rhaegar foi o estopim para a Rebelião de Robert Baratheon contra o reinado dos Targaryen, me atingiu com enorme empolgação. E como não amar ver um jovem Hodor que ainda falava, lutava e atendia pelo nome de Wylis? O que será que houve com Hodor? Será que a explicação virá em uma das visões verdes de Bran?
A partir de agora poderemos visualizar o passado de Westeros pelos olhos de Bran. Como um vidente verde o personagem poderá ter também visões proféticas bem como acompanhar o que acontece nos mais diversos locais de Westeros e Essos. Tudo indica que os arcos lentos e arrastados (tão criticados) do personagem em temporadas anteriores deverão ficar no passado, pois as expectativas para a atual temporada de Bran são altíssimas.
BRAAVOS
Parece que Arya conseguiu convencer Jaqen H’ghar que ‘a garota não tem nome’. Eu ainda estou bastante cética e só acreditarei que Arya Stark é Ninguém quando ela defrontar-se com alguns nomes de sua lista da morte e conseguir controlar seus impulsos assassinos. Foi esse o teste que ela não passou quando esteve diante de Meryn Trant e agora aguardo ansiosamente para o momento em que ela será testada novamente.
Arya e Bran estão vivendo momentos parecidos nesse momento. Ambos estão sendo treinados e adquirindo novas habilidades que vêm com a perspectiva de que os jovens Starks serão peças fundamentais para os eventos futuros da série. Se Arya deixou de enxergar para ser Ninguém, Bran está abrindo seu terceiro olho para que possa enxergar verde.
PORTO REAL
Quando aquele bêbado discursa obscenidades sobre Cersei ele evidencia que A Walk of Shame da Rainha trouxe efeitos permanentes que vão além de toda a humilhação e tortura física e psicológica que a personagem passou. Esse homem foi o símbolo da desmoralização de Cersei diante de Porto Real. Se antes havia algum respeito pela figura real que ela representava, essa imagem foi corrompida de maneira quase irreversível. O reino a viu em seu momento mais frágil, humilhada e desrespeitada, despida de qualquer moral… Uma imagem difícil de ser esquecida. Uma das alternativas para Cersei recuperar certo respeito é justamente através da imposição do medo, tal como vimos quando Montanha assassina o bêbado.
No Grande Septo de Baelor presenciamos mais um velório Lannister, provando que não só os Starks que se ferram nesse jogo. E as imagens de Leões conversando diante de um deles abatido começa a tornar-se simbólica. Foi assim no velório de Joffrey, Tywin e agora Myrcella.
Tommen reconheceu o que já é bastante claro há algum tempo… Se Joffrey era sádico e na ânsia de saciar seus desejos colocava tudo a perder, Tommen é tão fraco que sua apatia e insegurança o impedem de alcançar qualquer coisa. Tommen era um menino quando assumiu o Trono de Ferro, é verdade. Mas Joffrey também era. A imaturidade e inexperiência de Joffrey eram visíveis em suas ações impulsivas, já em Tommen refletem-se na sua incapacidade de tomar decisões drásticas. Quando ele diz a Cersei o que ele poderia ter feito pela mãe e pela esposa, ele descreve um quadro do que facilmente veríamos Joffrey fazendo. Tommen pede a Cersei para ajudá-lo a ser forte e se tem algo que ela sabe é justamente isso.
O embate entre Jaime e o Alto Septão reflete o atual cenário de Porto Real, no qual uma colisão entre Coroa e a Fé parece inevitável. O diálogo entre os dois foi apenas o prólogo de uma batalha que está se desenhando. Ressalto aqui a excelente atuação de Jonathan Pryce que ainda que com pouco espaço na tela, torna suas aparições sempre marcantes.

MEEREN
Nosso anão preferido estava no mais clássico estilo Tyrion de ser. Humor afiado e ácido, uma taça de vinho na mão e sábias decisões sendo tomadas. Sábia quando decide libertar os dragões, mas nem tão perspicaz na maneira como conduziu o feito. Não consigo entender porque Tyrion não levou Missandei junto com ele, especialmente depois daquele diálogo no qual ela afirma que já esteve com os dragões inúmeras vezes e eles nunca a fizeram mal. Seria um elemento que traria mais veracidade para os eventos que se sucederam no cativeiro de Rhaegal e Viserion. Entre levar Missandei, conhecida e respeitada pelos dragões, ou levar Varys, um homem enigmático que exala desconfiança, ele escolhe o eunuco?
Ainda assim, foi bonito ver Tyrion lidando com os dragões, especialmente quando nos recordamos que ele já falava com grande fascínio dessas criaturas desde a 1ª temporada. A cena gera inúmeras teorias e explicações, mas também podemos considerar um pouco forçado a maneira receptiva que o Lannister foi acolhido, sem nem ao menos comunicar-se em valiriano com os dragões. Da mesma forma que os dragões poderiam estar mais fracos pelo jejum e pela partida da Khaleesi, eles também poderiam estar ainda mais irritados e agressivos não? Sorte a de Tyrion que foi a primeira opção. Os dragões, mais inteligentes que os homens, reconheceram nele um aliado. E essa aliança tem tudo para se tornar ainda mais concreta depois do anão ter soltado suas correntes. Ah, e que belo CGI tivemos nessa cena!

NORTE
Ramsay, de Snow a Lorde Bolton. Em um momento completamente inesperado Roose Bolton morreu e com isso mais um dos cérebros que arquitetou o Casamento Vermelho é assassinado pelo próprio filho. Foi assim quando Tyrion matou Tywin, e agora, quando Ramsay apunhala seu pai. Te cuida, Walder Frey!
Eu até estava animada com a possibilidade de conhecer mais profundamente as nuances da relação Roose x Ramsay, mas o bastardo definitivamente não estava. Essa atitude de Ramsay pode ser bastante perigosa para seus planos, pois ele não só perde a experiência, liderança e inteligência de Roose, exímio jogador e combatente, como coloca em risco a aliança dos Bolton com a casa Frey ao assassinar Walda. Os níveis de sadismo do personagem parecem ultrapassar novos limites a cada episódio e aos poucos ele quase nos faz esquecer Joffrey.
Com o apoio das casas Karstark, Umber e Manderly, Ramsay pretende atacar a Patrulha para matar Jon Snow e qualquer ameaça de um Stark no Norte. Mal sabe ele que a morte não é algo definitivo na trajetória do Lorde Comandante da Patrulha…

Em uma passagem rápida, mas bonita, vimos Brienne contando sobre Arya à Sansa e a triste despedida da Stark e Theon. É forte ouvir Theon dizer que ainda que a Patrulha o perdoasse, ele mesmo não consegue se perdoar diante das atrocidades que cometeu. Ele pode não ter matado os garotos Starks, mas assassinou friamente dois meninos que não tinham nada a ver com os jogos do poder. Quando ele decide voltar para Pyke, para sua casa, ele está também se despedindo de Reek e caminhando para restabelecer sua identidade esquecida.
PYKE
E se tinha alguém que não víamos há ainda mais tempo do que Bran, era Balon Greyjoy. O auto-intitulado Rei apareceu pela primeira vez na 2ª temporada quando Theon propôs a Robb Stark procurar seu pai em busca de uma aliança contra os Lannisters. Ali, com o orgulho ferido de não ser mais reconhecido como um Greyjoy por seu pai, Theon decide trair Robb e provar a Balon que ele é um Homem de Ferro.
Mas foi na 3ª temporada que vimos Balon pela última vez. Ele recebeu uma carta e uma caixa (contendo o pênis de Theon) dos Boltons com a ameaça de que enquanto os Greyjoy não retirarem suas tropas do Norte, eles continuarão enviando pedaços de Theon. Balon não se abateu e permaneceu indiferente a um filho que não mais podia dar continuidade à linhagem Greyjoy, mas Yara liderou alguns de seus homens em uma tentativa frustrada de resgatar Theon.
Nesse episódio, fomos reintroduzidos às Ilhas de Ferro e a cultura dos homens devotos ao Rei Afogado. Como Balon bem lembrou, ele era o último rei vivo da Guerra dos Cinco Reis (Renly, Stannis, Joffrey e Robb). Pois bem, era. Não durou até o fim do episódio e foi assassinado pelo recém chegado irmão Euron Greyjoy. E assim, a magia que Melisandre praticou no episódio 3×08 se conclui… Lembram quando a Mulher Vermelha e Stannis queimaram três sanguessugas com o sangue real de Gendry, bastardo de Robert Baratheon, para cada um dos três Usurpadores da Coroa? Depois de Robb Stark e Joffrey Baratheon, finalmente chegou a hora de Balon Greyjoy. Magia ou apenas consequências plausíveis de uma Guerra? A única certeza é que nenhum Rei sobreviveu à Guerra dos Cinco Reis, nem mesmo Stannis.
Quanto a Euron Greyjoy, ainda é cedo para tirar qualquer conclusão sobre o personagem, mas ele já chega à série entoando frases de efeito e com a expectativa de movimentar a trama dos Homens de Ferro. Através de um diálogo bastante expositivo para o público (obviamente Yara sabia que ela não iria simplesmente assumir o Trono de Pyke), fica claro que haverá um Kingsmoot (Assembleia dos Homens Livres), a cerimônia pela qual o novo Rei das Ilhas de Ferro é eleito. Mais do que Yara, Aeron Cabelo-Molhado ou mesmo do recém chegado Euron, a Kingsmoot pode coincidir também com o retorno de Theon, o que torna a trama em Pyke ainda mais interessante e promissora.
A MURALHA
Tal como esperado, após o chamado de Edd Tollett, os selvagens foram imediatamente ao encontro dos traidores de Jon Snow, mas antes que pudéssemos ver uma reedição do confronto Patrulheiros x Selvagens, os homens de negro abaixaram as espadas. Como lutar com a ira do gigante Wun Wun? Alliser, Olly e os demais assassinos do Lorde Comandante foram aprisionados e se essa nova configuração em Castelo Negro já parecia interessante antes da fatídica cena final desse episódio, as expectativas diante de um Jon renascido são ainda maiores.
Ah, a ressurreição de Jon! Não podemos dizer que não imaginávamos que ia acontecer, afinal foram meses criando teorias para que isso pudesse fazer algum sentido. Foram dias e dias discutindo o cabelo do Kit Harington e sua presença em Belfast, desacreditando tudo que ele e os produtores da série falavam. Mas se havia 99% de certeza que ele voltaria, ainda tinha aquele 1%…
A ressurreição de Jon Snow é a prova que algo não precisa ser necessariamente imprevisível para deixar o público em êxtase. A volta do bastardo funcionou porque fez sentido dentro de tudo que a série apresentou e porque foi uma sequência extremamente bem conduzida. É verdade que momentos completamente inesperados geram reações efusivas, mas os fãs de Game of Thrones são do tipo que se dedicam a criar teorias sustentadas pela mitologia da série, falas dos personagens, acontecimentos passados e visões do futuro. A série permite. E, sim, ver a consolidação de uma teoria não é anticlimático ou sem graça, ao contrário, quando bem conduzida, é uma sensação extremamente prazerosa. E foi por isso tudo que o retorno de Jon Snow funcionou, ainda que a maior parte dos fãs já esperasse por isso. Enquanto não tivéssemos certeza, os produtores podiam trabalhar com nossa apreensão criando o suspense necessário e crescente que resultasse em um clímax final… E foi isso que sentimos quando Melisandre lava o corpo ensanguentando de Jon, quando, um a um, Tormund, Mel e Davos, desistem, quando a porta anteriormente esmurrada por homens de Alliser se fecha, quando Fantasma acorda e olha na direção de Jon… E, por fim, quando Jon abriu os olhos e buscou por ar, já estávamos completamente envolvidos pela cena e a descarga emocional era inevitável.
A ressurreição do personagem não é uma saída preguiçosa dos produtores da série que enfraquece o sentido da morte em GOT. Não foi algo criado apenas para trazer Jon de volta e nem será um artifício usado exageradamente a cada personagem morto. Tal evento está amplamente sustentado pela mitologia da série, como apresentado na 3ª temporada (3×06). Ali nos surpreendemos quando Thoros de Myr, um sacerdote vermelho e membro da Irmandade sem Bandeiras que acolhe Arya, traz Beric Dondarrion de volta a vida (após ser morto em um combate contra o Cão). Pouco depois quando Melisandre encontra a Irmandade, Thoros lhe conta que já havia ressuscitado Beric SEIS vezes. Surpresa, ela afirma que ele não deveria ter tal poder. E o que Thoros responde? Que isso não é um poder, “ele apenas pede à R’hllor e R’hllor o atende”.
É Thoros o sacerdote que Melisandre cita quando Stannis lhe pergunta se é possível trazer alguém de volta a vida. Interessantemente Thoros também lhe contou que nunca teve grande fé no Senhor da Luz até que viu Beric morto e pediu a R’hllor que o trouxesse de volta a vida.
Tal como ocorreu com Thoros, Mel também traz Jon de volta a vida justamente quando vive sua maior crise de fé no Senhor da Luz. Será essa uma das artimanhas de R’hllor? Muitos reclamaram que a cena da ressureição foi simples, sem ‘fogos e malabarismos’. Mas se fosse diferente, aí sim seria incoerente com aquilo que vimos Thoros fazer.
Se existe algum ponto passível de crítica nessa sequência, é o fato de justamente Davos ter sido o catalisador deste evento. É no mínimo intrigante ver Davos como aquele que instiga Mel a realizar um ato que ele não tinha qualquer pista que pudesse ser possível. Claro que tal como ele mesmo disse, ainda que descrente, ele presenciou o poder da magia da Mulher Vermelha. Será que essa ideia nunca lhe passou na cabeça diante da morte de alguns seus homens ou mesmo quando concluiu que Stannis e Shireen pereceram? Aliás, até o momento Davos não tem conhecimento sobre o que Mel fez com Shireen e inclusive se soubesse, talvez nunca lhe pedisse ajuda.
Agora que sabemos que Jon Snow está novamente vivo, fica a expectativa de descobrirmos como será esse Jon post-mortem… Ele se recordará de todos os eventos de sua vida? Retornou com sede de vingança e menos honrado? Não é mais juramentado à Patrulha da Noite?
Se em 2011 aprendemos que em Game of Thrones todos podem morrer e ninguém está a salvo, nesse episódio constatamos que nem sempre a morte é definitiva e alguns podem reviver. Jon Snow é um deles. O bastardo de Ned Stark ressuscitou e mais uma vez GOT quebrou a Internet.
E se os Greyjoy estiverem certos… O que está morto não pode morrer, mas volta a erguer-se, mais duro e mais forte…

Suspiros Finais:
– A dinâmica da presença de Bran em acontecimentos passados muito me fez lembrar outra saga: Harry Potter vendo os pensamentos armazenados em Penseiras.
– Daenerys aprisionada por Dothrakis, Yunkai e Astapor governados novamente por mestres de escravos… É, realmente parece que no Jogo da Vida, a Khaleesi sempre cai no ‘volte para o início’.
– Em entrevista a EW, o intérprete de Jon Snow pediu desculpas aos fãs por ter mentido todo esse tempo…





















