Fico a imaginar o que o futuro nos trará”
– Kiera
Todos nós sabemos que a maior satisfação de um série maníacos é acompanhar o sucesso da sua série querida. A cada temporada, nossa maior expectativa é observar durante aquele ano, um desempenho melhor do que houve na temporada anterior. E quando nos deparamos com o momento em que vive Continuum, só há uma palavra que me vem em mente: orgulho.
Que orgulho desta terceira temporada de Continuum, que satisfação é presenciar a evolução de um material puramente rico, desde sua essência, e que vem sendo tratado com todo o carinho possível por seu criador Simon Barry.
Parece até exagero destinar tantos adjetivos para expressar minha satisfação, mas a verdade é que em um cenário onde ficção cientifica se transformou em “contos de fadas”, é muito bom e de extremo prazer acompanhar um trabalho que abraça o conceito da literatura e transporta para as telas roteiros complexos e estruturados à verdadeira temática criada por Azimov.
E não é um trabalho fácil. Como maior exemplo desta afirmação, podemos expor a perspectiva desta terceira temporada, que dividiu o público em opiniões, principalmente por se questionar a exploração de conceitos e a redução de momentos de ação. Porém, mesmo vivendo instantes de protestos, os roteiros da série não perdeu seu foco e compôs uma terceira temporada espetacular, encerrando o seu terceiro ano com um cliffhanger de explodir a cabeça.
Mas antes de já ir pulando para o final, vamos comentar Last Minute, desde início, e entender o que esperávamos e o que vimos, nesta Season Finale.
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Desde o retorno de uma semana no tempo, Continuum “sacudiu” todas as estruturas da série. Ainda que mantivesse o foco em uma única protagonista, a série se dedicou a construir cenários paralelos que ofereceram o crescimento de todos os personagens envolvidos com o tema central de sua história. Assim, tivemos um terceiro ano rico em roteiros diversificados que instigou a curiosidade sobre outras personalidades presentes no mundo de Cameron. E foi então que surgiram nossas dúvidas sobre os Freelancers, os mistérios sobre a ressurreição de Curtis, o futuro do Liber8 após sua reintegração, quais seriam as escolhas de Alec e se o jovem tenderia a se transformar em um velho “ditador” e inescrupuloso. Quais eram as verdadeiras intenções de Kellog e, finalmente, quem era Brad e o que sua volta no tempo significava.
Diante de tantas perguntas, teríamos que ser pacientes a encontrar respostas, mas estas foram fornecidas, gradativamente… Dillon se desvencilhou da responsabilidade policial para compor uma força mais incisiva associada às corporações, enquanto Carlos perdia a fé no sistema, na mesma proporção em que desacreditava na antiga parceria construída com Kiera.
Com o tempo isto gerou um cenário dividido entre uma Cameron que buscava respostas para manter a linha do tempo e voltar para casa, e um Carlos se afastava da amiga e tentava combater uma polícia que tendia para um regime ditatorial ao comando de Dillon. Diante a tantos acontecimentos, os Freelancers interromperam a perseguição ao Liber8, permitindo à organização espaço para orquestrar as tarefas paralisadas desde a morte de Kagame.
A existência de dois Alecs em uma única linha do tempo, enquanto um era mantido exilado e o outro lutava para agradar o próprio ego, construiu o cenário propicio para a tão desejada mudança, mas quem se aproveitou completamente desta oportunidade, foi a figura do indivíduo mais menosprezado por todos, e consequentemente, o menos observado.
Ora… Se o líder do futuro não é mais o mesmo, torna-se fato de que o futuro não será mais o mesmo.
Brad Tonkin tornou-se a grande cartada da temporada, a resposta para a mais enfática pergunta estava diante dos olhos de todos os viajantes. O futuro era diferente, mas era tão deprimente e desesperador quanto ao anterior. E a única esperança que restava era acreditar que ainda haveria oportunidades de mudar este destino, de acreditar na prosperidade da sociedade.
Foi sobre esta perspectiva que caminhamos para os dois últimos episódios da temporada, e após Sonya provar sua fé no futuro até o último suspiro, em The Dying Minutes, ficava claro que a guerra, tão comentada no futuro, estava começando agora, neste presente.
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Entrelaçado em um turbilhão de informações e possibilidades, Last Minute iria explorar cada segundo para montar este fadado cenário de guerra, ou arquitetar um acordo de paz. Para nossa maior emoção, a primeira opção tornou-se consequência de quem buscou alcançar a segunda…
A escolha de mostrar, mais uma vez, um “flashback” do futuro optou por apresentar a distopia narrada por Brad, e o cenário de guerra que presenciará o mundo em 2039. Atuante nas tropas coordenadas por Kellog, o soldado vê a morte de todo aquele exército se transformar em uma única esperança, a viagem no tempo.
Enquanto conversa com seu comandante, este questiona Tonkin se ele tem ciência de sua missão, e Brad cita seus objetivos:
1. Varredura; 2. Eliminar os viajantes; 3. Neutralizar a célula fanática; 4. Estabilizar o local da invasão.
Podemos compreender que célula fanática seja o Liber8. Já a frase: estabilizar o local da invasão, podemos entender que (talvez), em nosso presente houve uma invasão de viajantes além destes personagens já conhecidos. Quanto a eliminar os viajantes, surge um grande ponto de interrogação, Brad esteve mentindo para Kiera?
Além desta questão, a conversa deixa o contexto subentendido de que talvez, Brad não fosse o primeiro a viajar no tempo para tentar reparar o passado. E se isto for um fato, tudo pode ficar bem mais confuso do que o que vemos no presente atual. A sensação transmitida é de que a subjetividade deste diálogo seja intencional, assim nunca poderemos enxergar o personagem de Tonkin com total confiança às suas afirmações, como temos a credibilidade de Cameron.
É lógico que nem tudo seria respondido, e desta forma, a figura de Brad foi a aposta mais obscura durante todo o episódio. Mesmo sendo possível acreditar na sua afeição por Kiera, não significa que ele deixou de ser um soldado, e parafraseando o próprio: apenas quem trabalha duro salva o planeta.
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Mas enquanto Brad é um tema a se considerar para o futuro, o presente se apresentou com alguns acontecimentos óbvios, mas necessários para compor o episódio. Neste sentido, Carlos ocupou o lugar de Dillon (temporariamente). Esta mudança de comando na polícia, muda drasticamente a relação da instituição com a Píron. Carlos nunca concordou com as ações de Dillon, e quando pressionado por Kellog, ele mostra o seu lado menos articulador e mais ativo, ameaçando Mathew. Sabemos que o posto de Fonnegra é temporário, mas enquanto ele existir, não haverá alianças amigáveis entre corporações e instituições públicas… Querendo ou não, este tornou-se o primeiro sinal de que o destino traçava seu próprio caminho, e que sem perceber todos desempenhavam seu papel de relevância.
Enquanto Carlos afastava a polícia de seu laço corporativo, o projeto de Alec (Halo) prosperava e seria apresentado ao público com o intuito da comercialização. Diante às características do projeto, (que apresenta como base os princípios do chip de Kiera), a posse deste dispositivo pela sociedade representa o primeiro passo para o controle da mente.
-Ainda assim, há uma falha nesta perspectiva, pois se Sonya foi presa quando invadiu a Piron com o único intuito de modificar o dispositivo de Alec, (provocando pânico às pessoas que o utilizassem), tudo indicava que seu objetivo havia alcançado o êxito. Mas então, quem deveria ter conhecimento desta informação, Travis ou Lucas? Além do mais, nunca vi Brad comentar que conhecia o projeto de Alec, ou o dispositivo, mesmo que com outro nome. –
Do ponto de vista de Kiera, considerar Halo como um grande marco de mudança para o futuro, é algo mais do que compreensível. Se o dispositivo agirá como o seu chip na mente de TODOS os cidadãos, não há o que questionar sobre a influência da Piron no destino da sociedade, ainda mais quando Kellog é sócio da empresa.
E se o grande desejo desta temporada era ver Kiera tomar uma posição e definir o seu lado nesta guerra, finalmente isto iria acontecer. Não foi surpresa nenhuma ao vê-la tomando parte do lado de Brad, mas sorrir para Travis e admitir que Sonya esteve certa o tempo todo. Bem… Sem dúvidas, foi uma grande revelação. E em minha opinião, o primeiro estopim para o que acarretou o cliffhanger da temporada.
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Uma coisa que Continuum sempre quis “brincar” com o telespectador, foi a questão de que ao tentar mudar o futuro, na realidade o viajante está moldando o seu destino. É o famoso Paradoxo do Continuum, que eu já comentei durante a première desta temporada. Cameron viveu sobre esta premissa durante as suas duas primeiras temporadas, e conseguiu se desvirtuar do seu destino quando foge da própria linha temporal. Porém, quando Brad volta no tempo, é o soldado quem acaba se deparando com o próprio paradoxo, e a cada ato que ele tenta criar para mudar o próprio futuro ele se encontra escrevendo a história que conhece.
Quando Kiera volta no tempo atrás de Alec, ao mesmo tempo em que Brad retorna para matar os viajantes, a linha temporal se readapta… Mas a cartada final que definiu um futuro em guerra e dividido entre corporações e o governo, foi a decisão de Kiera. É cruel considerar que TODOS gritaram à Protetora de que ela deveria tomar uma posição, e quando finalmente isto acontece Cameron escolheu o destino “errado”.
Se anteriormente Tonkin comentou que Kiera era a chave. Ele não poderia supor tão longe. A decisão de Cameron em se “aliar” ao Liber8, acreditando que o Alec líder da Piron era o grande responsável pelo mal causado no futuro, transformou-se no grande engano da Protetora.
Os argumentos de Alec para Kiera e o restante da equipe são reais. É um fato de que a presença de Brad ainda não garantiam o futuro do soldado como o único possível, mas eliminar o Sadler viajante, também não. Logo supor que Alec estava tentando eliminar sua cópia de outra linha temporal para garantir o futuro que Brad conhecia, foi uma conclusão falha. E por consequência, destituir a liderança corporativa do rapaz atacando o evento do projeto Halo, se transformou na verdadeira ocorrência de causa e efeito.
Uma vez que Halo não pudesse desempenhar o sucesso estimado, são os planos de Sonya que falham, e o fiasco da apresentação com a tentativa de assassinato do jovem, lança toda a responsabilidade ao Liber8. Assim, Alec torna-se uma figura frágil e patética na própria empresa, o que dá forças à Kellog a concluir seus atos de tomada de posse da corporação. Gostando ou não, era a maldade de Sadler e seu aprendizado adquirido sobre a premissa do cenário corporativo, que andava segurando Mathew. Talvez o próprio rapaz até soubesse das ações do viajante, mas aguardava o momento certo para contra-atacar.
A verdade é que o destino de Cameron acaba sendo ditado por um jovem em seus últimos momentos agonizantes, que não perderia a oportunidade de citar a verdade: E a morte de Alec transforma-se no segundo, e definitivo, estopim de uma provável guerra.
“Seu futuro morre comigo.” [Alec]
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Mesmo com um objetivo cego perante a raiva, a melhor cena desta Season Finale foi ver o Alec “bom” destruindo o laboratório de antimatéria. Foi épico se deparar com a própria séria brincando consigo e dizendo ao telespectador que não iria recorrer a qualquer viagem no tempo para consertar os erros de Sadler e Cameron. Não é questão de ser ousado, porque não foi. Mas sim, foi o momento de assumir ao público que nada daquilo estava sendo resolvido de última hora, Continuum tem sim uma história, e roteiros não irão recorrer ao mais fácil para satisfazer o público e se livrar do emaranhado que se transformou a trama da temporada.
Complexo e repleto de cenas emocionantes. A partir da metade do episódio, se alguém havia reclamado sobre a falta de ação encontrou sua satisfação. Ficou difícil escolher o melhor momento, mas a luta entre os dois Alecs, mais uma vez foi de tirar o fôlego. Principalmente pela distinção moral entre a mesma pessoa, mas também, a combinação desta briga com a associação de Kiera com Travis e Garza, enquanto Lucas narrava ao fundo: “eles estão chegando”. Sem dúvidas, foi uma sequência digna de um Series Finale.
Até mesmo, por conta de tanta qualidade e encerramentos, muito eu temi que Las Minute transmitisse um roteiro com esta premissa, e o medo era tanto que quando Brad acionou o dispositivo, todos as orações eram poucas para simbolizar o desejo de que tudo desse errado. Afinal, queremos a quarta temporada!
“O único jeito de saber se mudamos a história é ativar esse dispositivo e esperar que nada ocorra.
Vocês terão evitado o seu futuro, o meu futuro. Todos voltamos às nossas vidas. Nos comprometemos a esta época, a este lugar, a esta nova história.” [Brad]
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A grande cereja no bolo ficou para os minutos finais, enquanto presenciamos a lamentação de Brad ao obter respostas por “seu chamado”, Curtis faz as honras de mostrar sua posição de observador nesta história e aliado ao misterioso Viajante, o ex-freelancer se prepara para manter o futuro e enfrentar uma guerra.
Enquanto Kellog, finalmente, se posiciona como o grande traidor que sempre foi e que ninguém deu atenção. Gradativamente os golpes empresariais do viajante, transformaram Alec Sadler em ninguém, e destinou a posição do líder que irá “lutar” pela humanidade como Mathew. Assim sendo, se na première desta temporada fomos presenciados com um único golpe capaz de mudar drasticamente o futuro, a expectativa se concretiza, provando que a partir daquele ponto, ações relevantes traçariam um destino ainda mais sombrio para a sociedade…
Last Minute apresentou um misto de acontecimentos que marcaram encerramentos, assim como um novo começo. Abusando de frases e cenas simbólicas, o episódio se apoiou na própria estrutura criada para elaborar todo um novo panorama, aonde a polícia não é mais bem quista pela Piron, o Liber8 amplia seus horizontes tomando posse das antigas instalações dos Freelancers. Curtis está aliado ao Viajante, agora libertado, e aparentemente será o elemento neutro, mas infernalmente irritante, da batalha que se aproxima.
E quem será o grande inimigo?
Expectativas para a próxima temporada

Ainda que não saibamos o destino de Continuum na vida real, após o cliffhanger apresentado em Last Minute, muitas suposições e expectativas podem ser elaboradas com o assunto.
De imediato podemos considerar que o futuro não mudou e a guerra civil entre as corporações e o governo prosseguem na linha do tempo. Assim sendo, temos Kellog como líder da revolução, ao lado do governo. Bem… até então é o que sabemos por intermédio de Brad.
Mantendo esta linha de raciocínio, podemos considerar que a Piron irá se associar ao governo e por esta razão não sofrerá uma crise econômica?
Mas e a presença destas máquina no presente? Bem… Aí temos um grande problemas.
Na minha visão realista, (considerando o orçamento da série), pode ser que estes robôs não durem mais do que a próxima première. Mas o meu ponto de vista otimista, queria muito ver uma reviravolta, aonde Kiera é forçada viajar para o futuro, (por causa destas máquinas), com Brad durante a guerra que ocorre em 2039.
Sobre Alec, não enxergo outra alternativa senão começar do zero com o auxílio de Emily. Não vejo como recuperar a Piron possa ajudar a mudar alguma coisa a esta altura do campeonato.
Quanto a Travis, Garza e Lucas. Após tomarem posse das antigas instalações dos Freelancers, o trio se “encanta” com o dispositivo de viagem no tempo. Isso me cheira a uma grande confusão, principalmente se Travis tentar voltar para salvar Sonya, ou melhor, tentar ir para o futuro e impedir a viagem do grupo. Enfim…
Um link do episódio anterior, que com certeza deva a ser mencionado no futuro, é no que se refere a interferência de Lucas e Sonya no projeto de Alec. Halo não foi lançado, mas não deve sair dos objetivos de Mathew, ao que tudo indica. A grande expectativa de provocar o fracasso do dispositivo é prosseguir com o “vírus” implantado por Sonya, nos servidores da Piron, mas que provavelmente, precisa ser acionado por Lucas.
Ainda tenho expectativa de ver Carlos ou atuando contra Kiera, ou saindo da polícia. Sabemos que sua afirmação para Alec foi apenas um blefe, mas gostaria de vê-lo menos melancólico e mais ativo no futuro da série.
É claro que tenho grandes convicções sobre a renovação de Continuum. E se eu me enganar… Bem, não vamos pensar nisto certo!
Observações Finais
1. A alegria de Lucas ao ver Travis, Garza e Kiera juntos, representou a mesma alegria do telespectador ao observar a combinação mais imprópria de Continnum. Não poderia deixar de comentar o quanto me diverti com a frase do hacker: “Seja o que for, eu estou dentro!”.
2. Brad quase não participou do episódio, mas foi responsável por protagonizar a primeira e a última cena do mesmo, indicando que seu personagem não só veio para ficar como para dividir os holofotes com Kiera.
3. É óbvio que eu não deixaria de citar o diálogo entre os dois Alecs, com mais ênfase a seguinte frase:
“…E você pode continuar voltando no tempo várias vezes, para tentar salvá-la… e ela morrerá nos seus braços de novo, e de novo.”
Ficou impossível não enxergar neste diálogo, praticamente uma homenagem ao grande pai da literatura, quando o assunto é viagem no tempo: H.G.Wells (The Time Machine).
O diálogo está presente no filme (2002), e é dito pelo Morlock (Úber) para Alexander.
Agradecimentos
Todo final de temporada vale a pena mencionar os agradecimentos, principalmente aos leitores. No caso de Continuum, mais ainda, pois não houve cobertura da segunda temporada, mas ainda assim, vocês surgiram aos montes e me inspiraram desde o primeiro episódio. Então… Muito obrigada.
Como um agradecimento especial, gostaria de citar o grupo Continuum Brasil, que fez questão de citar e publicar os links das resenhas de toda a temporada, sem qualquer pedido, apenas por gostarem mesmo da série e curtirem o ponto de vista. Então, muito obrigada ao administrador do grupo.
Também ao grupo de legenders Legendas em Série, pela cobertura da temporada e a assiduidade no cronograma. Continuum não é tão famosa e a equipe acaba sendo pequena, mesmo assim, vocês foram dedicados e entregaram um material de qualidade.
Espero encontrar com todos vocês aqui no próximo ano, principalmente por acreditar em uma renovação. Mas até lá, muito obrigada.












